Enfermeiras/os da EBSERH (HUBRASIL) aprovam adesão à greve!
Na última sexta-feira (27/03), em assembleia simultânea online convocada pelos sindicatos associados à FNE (Federação...
“São 32 anos de casada e uma vida inteira enfrentando preconceitos. Eu sei o que é sentir o peso do olhar de colegas e da gerência dentro de um hospital”, disse a presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) e da Federação de Saúde Interamericana da ISP (Internacional de Serviços Públicos, Solange Caetano, durante o I Seminário Nacional de Assistência à Saúde LGBTQIA+, promovido pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), em Brasília/DF, dias 11 e 12 de fevereiro/26.
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No movimento sindical, o desafio segundo ela é em dobro: “é preciso enfrentar o machismo e a chacota para fazer a nossa voz ser ouvida. Mas é justamente essa resistência que fortalece a nossa luta. Como presidente da FNE e da Federação Interamericana de Saúde (ISP), minha missão é transformar a enfermagem em um espaço verdadeiramente acolhedor, humanizado e diverso.”
Um exemplo claro da urgência dessa pauta é a questão do Nome Social. Recentemente, em Mogi das Cruzes, São Paulo, um conflito trágico aconteceu porque uma profissional não soube respeitar a identidade de uma paciente trans. Isso é reflexo direto da falta de preparo.
“Não basta ter a regra no papel, é preciso capacitação! Questiono aqui o Ministério da Saúde: onde estão os programas anuais de formação para os nossos enfermeiros e técnicos? Precisamos de informação para evitar a violência e garantir um atendimento digno para todos”, cobrou Solange Caetano.
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A Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), por meio de sua vice-presidenta Shirley Morales, participou dias...