Enfermeiras/os da EBSERH (HUBRASIL) aprovam adesão à greve!
Na última sexta-feira (27/03), em assembleia simultânea online convocada pelos sindicatos associados à FNE (Federação...
Assim, a presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Solange Caetano, se posicionou nesta quinta-feira (12/2/26) durante participação no I Seminário Nacional de Assistência à Saúde LGBTQIA+, espaço dedicado ao debate sobre a qualificação da assistência prestada à população LGBTQIA+.
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Em seguida destacou: é com orgulho que a FNE media um debate fundamental para o crescimento da enfermagem brasileira. Milhares de colegas que compõem nossa força de trabalho sofrem, diariamente, com o preconceito e o assédio”.
A missão da Federação, segundo ela, é clara: “traçar diretrizes reais que vamos levar ao Ministério da Saúde e às Secretarias para proteger nossos trabalhadores e qualificar o cuidado. Preconceito não combina com assistência.”
A FNE está na linha de frente para discutir a realidade dos trabalhadores LGBTQIA+. É hora de transformar o debate em política pública. “Assédio moral e sexual e LGBTfobia não serão mais silenciados nos corredores dos hospitais. Estamos construindo uma nova assistência: humana, plural e, acima de tudo, respeitosa”, reforçou.
Além da presidenta da Federação, participaram a secretária de Políticas Sociais e Direitos Humanos, Yonara Pereira de Araújo Gaio, a suplente de Conselho Fiscal, Ursula Batista de Oliveira Nepomoceno e o secretário de Políticas LGBTQIA+, Rangel Fernandes.
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A Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), por meio de sua vice-presidenta Shirley Morales, participou dias...