
Hospital é condenado a pagar indenização à enfermeira vítima de xenofobia, no...
O Hospital de Tramandaí, no Rio Grande do Sul, foi condenado a pagar uma indenização...
Durante o segundo dia da 13ª Conferência Interamericana da Internacional de Serviços Públicos (ISP), realizada em Bogotá, Colômbia, a presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Solange Caetano, destaca a importância das entidades sindicais debaterem acerca do financiamento da saúde, principalmente na questão voltada ao Sistema Único de Saúde (SUS).
A presidenta da FNE conta que, no Brasil, a luta para garantir que o SUS continue sendo único, universal, de qualidade e acessível para todos não tem sido fácil. Solange ressalta que, por mais que o governo seja de esquerda e popular, ele tem sofrido muita pressão da direita, do empresariado e da mídia. Sendo que, no último período, fez um corte de mais de R$ 4,5 milhões, resultando na diminuição de programas e ações voltados a população e aos trabalhadores. "Discutir e fiscalizar financiamento público, sem dúvida nenhuma, é um papel da entidades sindicais."
A negociação coletiva foi outro ponto abordada por Solange Caetano. No Brasil, a realidade vivida passa por modelos de gestões de várias maneiras, com uma tendência de privatização dos serviços e terceirização dos serviços públicos. A presidenta fala sobre a importância do diálogo com os países para construir uma vertente que possa ser aplicada em todos os locais, em um formato que garanta o trabalhado digno e sem desgaste para os trabalhadores.
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