FNE e governo brasileiro barram retrocessos históricos em conferência da ONU (CSW70)
A vice-presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Shirley Moraes, e a diretora da Secretaria...
Em 4 de setembro de 1850, há 174 anos, foi promulgada a Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de pessoas escravizadas da África para o Brasil. Embora essa lei tenha sido um passo importante na luta pela liberdade, ela foi insuficiente para acabar com as injustiças enfrentadas pelos negros no país. A Federação Nacional dos Enfermeiros(FNE) reconhece a importância dessa data para lembrar os horrores do tráfico negreiro e a resistência da população negra ao longo da história.
No entanto, a proibição do tráfico não trouxe de imediato a liberdade e os direitos que deveriam ser garantidos aos afrodescendentes. Novas formas de exploração surgiram, e a escravidão só foi oficialmente abolida em 1888. Até hoje, sentimos os impactos desses séculos de escravidão nas desigualdades raciais e sociais que persistem no Brasil.
A FNE reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos humanos e com a luta por uma sociedade justa e igualitária. Relembrar a Lei Eusébio de Queirós é também um convite para refletir sobre os desafios atuais e um chamado para continuar lutando por justiça social e dignidade para todos os brasileiros.
A vice-presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Shirley Moraes, e a diretora da Secretaria...
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